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terça-feira, 8 de março de 2011

Bombas Osmóticas implantáveis

As bombas Osmóticas implantáveis estão chegando e prometem revolucionar diversas terapias contínuas. Os diabéticos serão os primeiros beneficiados.

Em um artigo recentemente apresentado, os Drs. J. Rosenstock, diabetologista de Dallas Diabetes and Endocrine Center, R.R.Henry, da Universidade da California, San Diego, R. Cuddihy, do International Diabetes Center de Minneapolis e os Drs. T. Alessi e K. Luskey, de uma empresa privada, apresentaram o estudo ITCA 650.



São amplamente conhecidos os benefícios da terapia com GLP-1 para os diabéticos tipo 2. Diversos estudos evidenciaram uma potente redução na A1C, somados a uma redução efetiva do peso corporal e um baixo risco de hipoglicemia, quando utilizado em aplicações diárias. As terapias com análogos do GLP-1 quando aplicados semanalmente trouxeram ao paciente a vantagem de diminuir o número de picadas, aumentando a aderência e obstando também boa redução da A1C. Infelizmente ambas as terapias são relegadas a 3° ou 4° linha de escolha e o fato de serem injetáveis explica em parte essa escolha, pois cria resistência a muitos médicos e pacientes. O estudo ITCA 650, apresentou resultados de redução de peso, diminuição de variabilidade glicêmica, com 100% de aderência, melhora da tolerabilidade e o melhor, sem a necessidade de injeções.

A bomba Osmótica apresentada pelos pesquisadores e utilizada neste estudo, foi registrada como DUROS e trata-se de uma mini bomba Osmótica implantável, que entrega a exenatida no tecido celular subcutâneo, com possibilidade de liberação continuada porém mais de 12 meses com um único implante. A bomba tem o tamanho inferior a um palito de fósforo e sua implantação não demora mais do que 10 minutos, podendo ser realizada no próprio consultório médico. Os resultados preliminares demonstraram redução das náuseas, aumento da aderência e um consistente controle glicêmico com redução de hemoglobina glicada A1C.

A fase 2 deste estudo foi conduzida nos Estados Unidos, em estudo multicêntrico e randomizado, open-label, e envolveu 50 sites, com 150 pacientes incluídos. A metformina era a única droga de uso dos pacientes na inclusão. nas semanas 1 a 12, os pacientes receberam o ITCA 650, 20 e 40 mcg/dia contra um grupo controle usando exenatida injetável 2X/dia. Nas semanas 13 a 24, os pacientes que estavam usando a exenatida injetável foram movidos para o grupo do ITCA 650 e metade dos pacientes tiveram suas doses aumentadas para 60 ou 80 mcg/dia.

Na semana 1-12, 93% dos pacientes do grupo ITCA 650 completaram o estudo, contra 89% do grupo injetável. A taxa de abandono por náuseas foi de apenas 3,9% no ITCA 650 contra 5,7% no grupo da exenatida injetável. 7,7% dos pacientes apresentaram abandono antes da re-randomização. Na semana 13-24, a taxa de pacientes ITCA 650 que completaram a fase foi de 95%, com menos de 1% de abandonos por náuseas.

A redução da hemoglobina glicada nas semanas 1-12, de forma significativa nos três grupos apresentadas, com maiores reduções nos grupos ITCS 650 com 20 e 40 mcg/dia, respectivamente. A mudança persistiu e aumentou nas semanas 12-24(linha basal) nos quatgrupos.

A performance da bomba foi melhor ainda em pacientes com uma hemoglobina glicada basal mais elevada, na titulação de 60 mcg/ dia.

A mudança de peso foi evidente nos grupos de 40, 60 e 80 mcg/dia.

A tolerância a droga, em comparação a exenatida injetável foi similar. Porém maior incidência de náuseas nos primeiros dias com a dose de 40 mcg/ dia, porém com uma media de duração da meusea de apenas 17 dias, contra 47,7 dias com a exenatida injetável. As diferenças ficas ainda mais evidentes, na semana 12-24 onde as doses foram aumentadas e observou-se uma melhor tolerância as náuseas em relação a exenatida injetável.

Um aumento na QoL foi também observado e o artigo foi publicado no Diabetes Care 32-5, 2009 por Anderson e Girman.

Em conclusão, o estudo mostrou que o ITCS 650 quando escalonado de 20 a 60 mcg/dia, resultou em melhor perfil de tolerabilidade e perfil de ação, com redução significativa na A1C e peso em 24 semanas , com aumento da qualidade de vida observado ao compararmos ITCA 650 com a injeção de exenatida e também com aumento da QoL quando efetuada a troca das injeções pela implantação subcutânea. Ainda não existe previsão para lançamento deste produto no mercado e o produto está agora entrando na fase 3. Se aprovado, ajudará pacientes e também médicos, que após realizar o implante subcutâneo em seus pacientes, terão a certeza do uso e da ação do medicamento, que será apresentado com durações de 3, 6 e 12 meses.

La bomba osmótica implantables vienen y prometen revolucionar varias terapias continuas. Los diabéticos se beneficiarán en primer lugar.

En un documento presentado recientemente, los doctores J. Rosenstock, Dallas Diabetes y Endocrinología del Centro diabetólogo, RRHenry de la Universidad de California en San Diego, R. Cuddihy, el Centro Internacional de Diabetes en Minneapolis y los Dres T. Alessi y K. Luskey, una empresa privada, presentó el estudio ITCA 650.


Son ampliamente conocidos los beneficios del tratamiento con GLP-1 para los diabéticos tipo 2. Varios estudios mostraron una reducción de potencia en A1C, además de una reducción efectiva del peso corporal y un bajo riesgo de hipoglucemia cuando se utiliza en aplicaciones de uso diario. El tratamiento con análogos de GLP-1 cuando se aplica semanalmente para el paciente, la ventaja de reducir el número de picaduras, aumentar el cumplimiento y también dificulta la reducción del A1C buena. Desafortunadamente ambas terapias son relegados a 3 ª o 4 ª línea de elección y el hecho de que se inyecta explican en parte esta elección, ya que crea resistencia a muchos médicos y pacientes. El estudio ITCA 650, mostró resultados de la reducción de peso, la reducción de la variabilidad glucémica, con 100% de adherencia, tolerabilidad y mejor, sin necesidad de inyecciones.

La bomba osmótica presentados por investigadores y utilizado en este estudio, se registró lo más fuerte y es una mini bomba osmótica implantada que ofrece exenatida por vía subcutánea, con la posibilidad de liberación continua de más de 12 meses, pero con un solo implante. La bomba es menor que una cerilla y su implementación no debe tomar más de 10 minutos y puede realizarse en el consultorio del médico. Los resultados preliminares mostraron una reducción de las náuseas, el aumento de la adherencia y el control glucémico con una reducción consistente de la hemoglobina glicosilada A1C.

La segunda fase de este estudio se llevó a cabo en los Estados Unidos en un ensayo multicéntrico, aleatorizado, abierto, y participan 50 centros, con 150 pacientes incluidos. La metformina fue el uso de drogas sólo a la inclusión de los pacientes. 1 a 12 semanas, los pacientes recibieron el ITCA 650, 20 y 40 mcg / día frente a un grupo de control 2 veces al día mediante inyección de exenatida. En las semanas 13-24, los pacientes que estaban usando grupo de exenatida inyectable se trasladaron a la ITCA 650 y la mitad de los pacientes tenía su dosis mayor a 60 o 80 mcg / día.

En 1-12 semanas, el 93% de los pacientes en el grupo ITCA 650 completaron el estudio, frente al 89% del grupo inyectado. La tasa de interrupción debido a las náuseas fue sólo el 3,9% en el ITCA 650 frente a 5,7% en el grupo de la inyección de exenatida. 7,7% de los pacientes antes de salir de la re-asignación al azar. En las semanas 13-24, la tasa de 650 pacientes que completaron la fase de ITCA fue del 95%, menos del 1% de los abandonos de náuseas.

La reducción de la hemoglobina glicosilada en 1-12 semanas, de manera significativa en tres grupos presentaron, con mayores reducciones en ITCS 650 grupos con 20 y 40 mcg / día, respectivamente. El cambio persistió y aumentó a 12-24 semanas (de referencia) en quatgrupos.

El rendimiento de la bomba fue aún mejor en los pacientes con niveles basales de hemoglobina glicosilada superior, la titulación de 60 mcg / día.

El cambio de peso fue evidente en grupos de 40, 60 y 80 mcg / día.

La tolerancia a la droga, la inyección de exenatida en comparación era similar.Sin embargo, una mayor incidencia de náuseas en los primeros días con una dosis de 40 mcg / día, pero con una duración media de las minas de sólo 17 días, frente a 47,7 días con la inyección de exenatida. Las diferencias se queda aún más evidente en 12-24 semanas y las dosis se incrementaron y hubo un náuseas mejor tolerancia respecto de la inyección de exenatida.

Un aumento en la calidad de vida se observó también, y el artículo fue publicado en Diabetes Care 32-5 de 2009 por Anderson y Girman.

En conclusión, el estudio demostró que las TIC's 650 cuando a escala 20 a 60 mcg / día, dio lugar a un mejor perfil de tolerabilidad y perfil de acción, con una reducción significativa en HbA1c y el peso en 24 semanas, con una mayor calidad de vida que se ve como ITCA 650 en comparación con la inyección de exenatida y el aumento de la calidad de vida también se realiza cuando el intercambio de las inyecciones de la implantación subcutánea. Aunque no existe ninguna disposición para el lanzamiento de este producto en el mercado y el producto está entrando en la tercera fase. Si se aprueba, se ayudará a los pacientes y los médicos que realizan después de la implantación subcutánea en sus pacientes, se garantizará el uso y la acción de la droga, que se presentará con una duración de 3 meses, 6 y 12.

sábado, 24 de abril de 2010

PÂNCREAS ARTIFICIAL - UMA NOVIDADE?

Por Mauro Scharf

Assistimos nesta semana uma reportagem de grande repercussão da Rede Globo, falando do pâncreas artificial. Fico um pouco preocupado com algumas terminologias utilizadas pelas mídias em geral, pois elas não refletem ainda uma realidade. Trouxe novamente so meu blog uma matéria qu escrevi em setembo de 2009 para o site da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes) onde trouxe a informação em primeira mão, postada no site imediatamente ao final da apresentação do Edward Daminano, que mostrou o seu ˜pâncreas artificial" com o conceito do uso do Glucagon e insulina em bombas de insulina somados ao sistema denominado closed loop, que se trata de um software que gerencia as informações das glicemias obtidas pelo REAL TIME e envia informações para as bombas de infusáo de insulina e glucagon.
Segue na íntegra o post de setembro, falando exatamente sobre a "NOVIDADE" apresentada agora em abril de 2010 em uma boa matéria levada ao ar pelo Jornal Nacional. Creio que este caminho vai progredir e possivelmente auxiliar a muitos pacientes diabéticos.

No final de setembro e início de outubro os maiores especialistas em diabetes do mundo se reuniram em um congresso em Viena, na Áustria. O objetivo do evento foi compartilhar entre os profissionais de saúde os estudos e a discussão sobre as novas tecnologias empregadas no tratamento da doença. Um congresso que confirmou que o Brasil está traçando o caminho certo em relação ao diabetes.

Uma das palestras de destaque a que assistimos foi proferida por Bruce Buckingham, endocrinologista pediátrico de Stanford (Califórnia, EUA), que mostrou um sistema de predição e automação da prevenção de hipoglicemia em pacientes com bombas de insulina, utilizando um programa de algoritmos de alarmes para a suspensão da infusão de insulina.

O trabalho de Buckingham mostrou que cerca de 75% das hipoglicemias em crianças ocorrem durante o sono, com uma taxa de risco de morte próxima a 6%. As hipoglicemias duram, em média, 81 minutos por episódio. Em 47% das crianças, a hipoglicemia acontece com pelo menos uma hora de duração, 23% com duas horas e 11 % com três horas de duração. Com seu algoritmo, usando três alarmes seguidos para determinar a suspensão da infusão de insulina, o endocrinologista de Stanford reduziu em cerca de 75% os episódios de hipoglicemia. O sistema aguarda aprovação do FDA (Food and Drug Administration, agência reguladora do setor nos Estados Unidos), pois prevê num sistema de loop a descontinuação e o reinício da infusão da insulina de forma automatizada.

Outro trabalho fascinante que presenciamos no Congresso de Viena foi o de um Bioengenheiro de Boston, Edward Damiano, que utilizou um sistema de loop fechado e completou o primeiro trabalho em humanos agora em setembro de 2009, infundindo insulina em uma bomba e glucagon em outra. A vantagem do sistema é a utilização somente do peso corporal e não ter necessitado de intervenção com carboidratos, demonstrando excelentes resultados com o promissor sistema de infusão combinada. O trabalho promete e será em breve publicado.

O italiano Cláudio Cobelli, da Universidade de Pádua, apresentou um trabalho polêmico. Ele conseguiu, junto ao FDA, a aprovação de um modelo de infusão subcutânea em um sistema de loop fechado em diabéticos tipo 1 "in silico", economizando anos e fases de pesquisa em modelos animais, alimentando o chip com dados amplamente conhecidos na fisiologia do diabetes. "In silico" é um termo utilizado para se referir ao silício, material da inteligência dos chips de informática. Pesquisas "in silico" são, portanto, pesquisas que utilizam modelos desenvolvidos em chips, que simulam o corpo humano.

O simulador foi aprovado em 18 de janeiro de 2009 pelo FDA e deve dar o que falar, pois vários questionamentos surgiram quanto às inúmeras e incontáveis variáveis que o programa simulador ainda precisará desenvolver para responder como um modelo animal. Como é "in silico", pode ser continuamente aperfeiçoado e poderá futuramente individualizar modelos como, por exemplo, para obesos, insulino-resistentes, dentre outros perfis. Porém, já contou com a aprovação do FDA.

O Congresso de Viena contou com a presença de diversos membros da Sociedade Brasileira de Diabetes e nosso país já disponibiliza grande parte dos recursos analisados no evento, como as bombas de insulina e os monitores real time. Os principais laboratórios brasileiros já têm hoje recursos completos para o diagnóstico e acompanhamento dos pacientes diabéticos, como os exames de Hemoglobina glicada A1C (realizada por HPLC, em metodologia preconizada pelas sociedades mundiais), CGMS (Continuous Glicose Monitoring System), Glicemia de jejum e Glicemia média estimada, provas e testes funcionais, Curvas para diagnóstico do diabetes gestacional, Microalbuminíria, Cleareance de creatinina, insulina, anticorpos anti GAD, ICA e IA2.

sábado, 10 de abril de 2010

Sanofi-aventis, CureDM sign global license agreement on novel human peptide, Pancreate

Sanofi-aventis, CureDM sign global license agreement on novel human peptide, Pancreate

Friday, April 09, 2010 09:00 IST
Paris, France

Sanofi-aventis and CureDM Group Holdings, LLC, announced a global license agreement on a novel human peptide, Pancreate, which could restore a patients’ ability to produce insulin and other pancreatic hormones in both type 1 and type 2 diabetes

Pancreate is a bioactive peptide sequence of a naturally occurring human protein that has been shown in preclinical studies to stimulate the growth of new insulin producing islets in the pancreas, resulting in restoration of normal metabolic function and glucose control in the blood. The commencement of phase I studies is planned for later this year.

Under the terms of this agreement, sanofi-aventis is granted an exclusive worldwide license to develop, manufacture and commercialize Pancreate and related compounds. CureDM will receive an upfront payment, as well as development, regulatory and commercial milestone payments. All such payments could reach a total of US$ 335 million. In addition, CureDM is eligible to receive tiered royalties on worldwide product sales.

“Sanofi-aventis is pleased to add to its Diabetes Division pipeline this highly innovative technology that has the potential to stimulate the formation of fully functional new pancreatic islets, thereby helping to restore patients’ pancreatic function,” explained Dr. Marc Cluzel, executive vice-president R&D, sanofi-aventis. “Once fully developed, Pancreate has the potential to become the first regenerative treatment of type 1 and type 2 diabetes and to address the challenges that the growing diabetes epidemic poses on patients and healthcare systems.”

This new collaboration is another example of the company’s strategic commitment to sustain its leadership in diabetes through new technologies. It further reinforces its ambition to become the leading diabetes company.

Pancreate (proisletide acetate) is a first-in-class human peptide (HIP-2B) sequence of a naturally occurring human protein that stimulates the formation of functional insulin producing neo-islets from pancreatic progenitor cells. In both type 1 and type 2 diabetes, a fundamental problem is too few insulin-producing islet structures to keep up with insulin demand. Islets are highly complex multicellular organelles that contain the insulin-producing beta cell and four other cells types, all of which play a role in maintaining glucose levels. In addition, islet structures provide the necessary metabolic control of insulin release that makes the pancreas able to keep a consistent glucose level in the blood. Therein, restoring whole islets is paramount correcting the erratic blood glucose fluctuations associated with diabetes, making Pancreate a fundamentally new approach to treat the disease.

CureDM is a biopharmaceutical company focused on the discovery and development of new therapies that prevent, ameliorate, or reverse diseases of metabolism. CureDM was co-founded by a molecular biologist and two clinical endocrinologists who experienced the unmet medical need in diabetes patients on a daily basis, which provided motivation for the discovery of Pancreate.

segunda-feira, 29 de março de 2010

sexta-feira, 19 de março de 2010

An Endocrine Society Statement to Providers on Study Findings Related to Treatment of Hypertension in Patients with Diabetes



An Endocrine Society Statement to Providers on Study Findings Related to Treatment of Hypertension in Patients with Diabetes
March 18, 2010

On March 14, three studies presented at an American College of Cardiology meeting raised questions about whether normalization of blood pressure in hypertensive patients with diabetes or those with impaired glucose tolerance and cardiovascular risk factors could lead to a reduction in the rate of cardiovascular events. Two of these papers, covering findings from the Action to Control Cardiovascular Risk in Diabetes (ACCORD) blood pressure trial (ACCORD BP) and Nateglinide and Valsartan in Impaired Glucose Tolerance Outcomes Research (NAVIGATOR) trial, were simultaneously published on-line in the New England Journal of Medicine.

These studies do not advise against the treatment of hypertension in patients with diabetes; the controversy concerns the target level to which blood pressure should be reduced in these patients. The conclusions of the ACCORD BP study suggest that achieving a systolic blood pressure of 120 mm Hg compared to 140 mm Hg does not reduce the rate of major cardiovascular events. Furthermore, systolic blood pressure levels in the intensive treatment arm of the study were associated with more adverse events, including higher rates of hypokalemia and elevations of serum creatinine. The NAVIGATOR study similarly concludes that the addition of Valsartan to the treatment regimen for patients with impaired glucose tolerance did not reduce the rate of cardiovascular events. The final study, INVEST, evaluated a control group compared to a moderate blood pressure group and an intensive blood pressure group in hypertensive diabetic patients with heart disease. While the greatest morbidity and mortality was seen in the control group, there was an increase in mortality in the intensively treated group compared to the moderate blood pressure control group, though this finding was restricted to those who achieved systolic blood pressure less than 115 mm Hg.

In interpreting these findings, The Endocrine Society recommends that practitioners consider several points. First, the INVEST study has only been presented in abstract form and has not yet been through the formal peer review process leading to publication. Second, the ACCORD BP and NAVIGATOR studies evaluated patients with modest degrees of hyperglycemia and hypertension, so extrapolating the results from the latter two papers to patients with more significant hyperglycemia and hypertension could be problematic. Moreover, in the NAVIGATOR trial, the achieved difference in blood pressure between the group that received Valsartan and the control group was only 2.8/1.4 mm Hg, a difference that may be too small to lead to differences in cardiovascular outcomes.

It should also be noted that the ACCORD BP study found some significant improvements in secondary outcome measures. Total strokes were reduced by 41% in the intensively managed group compared to controls (from 0.53% to 0.32%).

The Endocrine Society continues to support the treatment of hypertension in patients with diabetes and recommends that patients should not modify or discontinue antihypertensive medications without consulting their physicians. While a systolic blood pressure target below 140 mm Hg in hypertensive patients with diabetes remains a reasonable goal and seems consistent with the findings of these new studies, reductions in blood pressure below this level might not afford much additional cardiovascular benefit. Furthermore, aggressive systolic blood pressure targets below 120 mm Hg may be detrimental. In light of these studies, the current Joint National Committee on Prevention, Detection, Evaluation and Treatment of High Blood Pressure (JNC 7) and American Diabetes Association recommendations (less than 130/80 mm Hg for patients with diabetes) seem prudent for many, but not all patients. In patients with significantly higher blood pressure and blood sugar than the subjects in these studies, the optimum blood pressure goal remains to be defined.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Mesenchymal Stem Cells transplantation

Research on Stem Cells in Treatment of Diabetes

By Pablo de Moraes

Recent discoveries and studies are successful doing science world eyes return to Brazil. It is a team of scientists from the University of São Paulo, Ribeirão Preto, has achieved outstanding results in research with stem and due to the success were highlighted in major journals worldwide, including the Jama (Journal of the American Medical Association).

The news was presented recently during a talk at the State Institute of Diabetes and Endocrinology Luiz Capriglione (IEDE), In Rio de Janeiro, made by Eduardo Couri, A leader of the research.

Hematopoietic Stem

One of the protocols presented was the "Autologous Transplantation of Hematopoietic Stem Cells in Patients with Newly Diagnosed DM1. According to Dr. Eduardo Couri, is initially made a collection of stem cells Hematopoietic and then they are frozen. After two weeks, it is the severe immunosuppression in order to completely destroy immune "Defective" the person with diabetes.

"It's like a shutdown of the immune system with chemotherapy in a hospital environment, using drugs such as cyclophosphamide and antithymocyte globulin intravenous for five days," says the doctor.

According to him, then the immune system is "reconnected" with the use of hematopoietic stem cells from the patient. Occurs what we call 'reset immune', causing the immune system to stop attacking pancreatic beta-cells. Thus, the remaining beta cells, which have not been destroyed, tend to produce insulin properly again, "he said. "This is why we only work with people in the onset of diabetes, aged between 12 and 35 years, with less than six weeks of diagnosis," he adds.

The method showed excellent results: the 23 people who participated in the process, 20 stopped using insulin at some point, and 12 remained continuously free and 8 temporarily. "They are not cured, but controlled and free insulin. They have done a Alimentary Education and currently monitor the glucose and daily practice physical activities constantly, "says the doctor.

Mesenchymal Stem

The second protocol was presented which uses infusion of mesenchymal stem cells, taken from the bone marrow of a first-degree relative of the patient. According to Dr. Eduardo Couri, in animal studies, these cells showed the ability to block the phenomenon of autoimmunity and promote the regeneration of beta cells, reversing the Type 1 diabetes.

The treatment is as follows: the donor, which can only be a first-degree relative, receive general anesthesia for the collection of bone marrow cells. Then, the mesenchymal cells are proliferating in the laboratory. Subsequently, the patient receives consecutive intravenous infusions of these cells. According to Dr. Eduardo Couri, infusions are simple, not involving prolonged hospitalization. Once deployed, they migrate to the inflamed tissue (in case the pancreas) and settle there.

This procedure is being done only in people aged 12 to 35 yearsWith less than four weeks of diabetes. "In that first moment, we are working with newly diagnosed diabetes, but we will soon, depending on the results, carry it in people with long-term, which is the majority," said the doctor.

To date, three patients participated. Of these, one of them managed to be free of insulin, however, the diabetes is uncontrolled. "We are in the research phase of thinking more than acting, we must agree doses, assess risks, and then begin treatment for those with diabetes for longer," he says.

Pioneering

According to Dr. Eduardo Couri, other research has been conducted around the world, but the group of Ribeirão Preto is a pioneer, the greatest number of patients included and the greatest return. A major limitation, however, is the high cost of procedures, since the methods require the-art laboratories and personnel types within.

For the president of SBEM and director of IEDE, Dr. Ricardo Meirelles, the studies are extremely important to improve the lives of patients with diabetes. "In recent years we have had many advances in the treatment, but certainly the recovery of pancreatic cells, or at least preserve them, is the best way you can prevent diabetes continues to evolve and, therefore, appears to be one of the most promising treatment in time, "he said. "It's a matter of pride for Brazil," he adds.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Descoberta chave para reversão do Diabetes tipo 1

Descoberta Chave para reverter Diabetes Tipo 1

The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism. Fevereiro 2010

Os membros de uma equipe de pesquisa no centro, liderada por Jerry Nadler, MD, professor e chefe da cadeira da medicina interna e director do centro de pesquisas The Clinical Research Center of Eastern Virginia Medical School, estão estudando o papel da enzima 12-Lipoxigenase (12-LO) e sua relação no desenvolvimento do diabetes Tipo 1 . Eles esperam que o estudo e a segmentação desta enzima será a chave para a cura do DMT1.
A diabetes tipo 1 é uma condição crônica que se desenvolve quando o pâncreas pára de gerar insulina suficiente para manter os níveis normais de glicose (açúcar) no sangue. A insulina move o açúcar da da corrente sanguínea para as células do corpo, de modo este açúcar possa ser usado para gerar energia. Na diabetes tipo 1, os ataques ao sistema imunológico, detróem as células produtoras de insulina chamadas de células beta, células uqe são encontradas apenas no pâncreas. Quando as células beta morrem, o corpo não consegue produzir insulina suficiente para regular os níveis de glicose, e isto pode levar a graves complicações de saúde, até a morte, quando o tratamento com a correta reposição de insulina não é adequadamente realizado.
Atualmente é amplamente aceito que a inflamação desempenha um papel fundamental na destruição das células beta. Mas os fatores precisos ainda não são totalmente bem conhecidos. A base de proteína enzima encontrada em células beta, a 12-LO produz lipídios específicos que causam a inflamação e pode levar à morte das células beta, em modelos laboratoriais. Na verdade, os pesquisadores demonstraram que eliminar o gene
que produz 12-LO, impede o desenvolvimento da diabetes tipo 1 em ratos.
Dr. Nadler, explica que o desafio tem sido a de validar a 12-LO e seus produtos lipídicos pró-inflamatórios como tendo um papel no diabetes humano. Ter acesso às células beta humanas é difícil, mas o
The Clinical Research Center of Eastern Virginia Medical School (EVMS) está entre um número limitado de grupos de pesquisa que podem receber as ilhotas humanas - a região do pâncreas, que contém células beta - de pessoas que doaram seus corpos para a ciência através da juvenil Diabetes Research Foundation Islet Resource Center Consortium.
Graças a esse recurso, a equipe da
EVMS confirmou que 12-LO é realmente encontrado em ilhotas humanas e nos seres humanos, como nos ratos, os seus produtos lipídicos pró-inflamatórios que podem levar à menor produção de insulina e da morte das células beta.
"Nós já confirmamos que a 12-LO é um alvo nos seres humanos, particularmente no pâncreas, e esta descoberta irá ajudar a busca de novas terapias",
diz o Dr. kaiwen Ma.
"O próximo passo será desenvolver uma droga que atinge a 12-LO e combinar isso com a regeneração celular."
"Estamos atualmente trabalhando com pesquisadores da Califórnia e do Instituto Nacional de Saúde para identificar medicamentos que foquem a inibição da 12-LO como um novo tratamento para impedir danos imunes às células humanas produtoras de insulina",
diz o Dr. David A. Taylor-Fishwick .
Acopanharei o desenvolvimento desta pesquisa e farei o update para todos.
Dr. Mauro

Artigo (*notice post) original em Inglês

Key to Reversing Type 1 Diabetes Discovered

The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism. Feb 2010
Members of a research team at the center, led by Jerry Nadler, MD, professor and chair of internal medicine and director of the center, have been studying the role of the enzyme 12-Lipoxygenase (12-LO) in the development of Type 1 diabetes. They hope that targeting this enzyme will hold the key to a cure.
Type 1 diabetes is a chronic condition that develops when the pancreas stops generating enough insulin to maintain normal levels of glucose (sugar) in the blood. Insulin moves sugar from the bloodstream to cells so that it can be used to generate energy. In Type 1 diabetes, a person's immune system attacks the insulin-producing beta cells, found only in the pancreas. When the beta cells die, the body no longer can produce enough insulin to regulate blood-glucose levels, and this can lead to serious health complications, even death, without treatment.
It is generally understood that inflammation plays a vital role in beta-cell destruction. But the precise factors are not well known. A protein-based enzyme found in beta cells, 12-LO produces specific lipids that cause inflammation and can lead to the death of beta cells in laboratory models. In fact, EVMS researchers have demonstrated that deleting the gene that produces 12-LO prevents the development of Type 1 diabetes in mice.
Dr. Nadler explains that the challenge has been to validate that 12-LO and its pro-inflammatory lipid products have a role in human diabetes. Gaining access to human beta cells can be difficult, but EVMS is among a limited number of research groups that can receive human islets -- the region of the pancreas that contains beta cells -- from individuals who have donated their bodies to science through the Juvenile Diabetes Research Foundation Islet Resource Center Consortium.
Thanks to that resource, the EVMS team has confirmed that 12-LO is indeed found in human islets, and in humans, like in mice, its pro-inflammatory lipid products can lead to lower insulin production and beta cell death.
"We've now confirmed that 12-LO is a relevant target in humans, particularly in the pancreas, and will help lead to new therapies," Dr. Kaiwen Ma says.
"That's why these new findings are so important," Dr. Swarup K. Chakrabarti says. "The next step will be to develop a drug that targets 12-LO and combine that with cell regeneration."
"We are currently working with investigators in California and the National Institutes of Health to identify ideal medications that would target 12-LO as a new treatment to halt immune damage to human insulin-producing cells," Dr. David A. Taylor-Fishwick says.


domingo, 7 de fevereiro de 2010

Evento da NOVA MSD em Brasília finalizado com sucesso

Encerrou hoje ao meio dia o evento da Nova MSD, denominado uma visão global nos cuidados ao paciente. O evento contou com uma excelente infra-estrutura e apresentou temas variados como gestão de pessoas, a importância do marketing e suas ferramentas e o papel das novas mídias e internet, bem como as melhores ferramentas de gestão médica. Participação excelente de Carlos Eduardo Couri em debate com plenário de cardiologistas e endocrinologistas, entre outros especialistas. Agradecimento especial a Dra. Martha Savastano, mestre em admnistração pela FGV, Ricardo Almeida, especialista em gestão de projetos WEB, professor e coordenador de MBA e Joel Dutra, professor de economia da USP.
A Sustentabilidade foi tema em foco e o evento foi coroado por um excelente debate entre os principais palestrantes, conduzido com maestria por Heródoto Barbeiro.
Parabéns a Nova MSD pelo inovador modelo de evento e pelo profissionalismo de seus profissionais envolvidos na atividade. Brasília continua linda e com uma excelente gastronomia. Espero voltar em Breve.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Projeto de RENAN aprovado na CCJ. BOM ou RUIM? Leia e deixe a sua opinião

Aprovado na CCJ projeto de Renan em prol de portadores de diabetes

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal aprovou, em sua última reunião, o projeto de autoria do senador Renan Calheiros (PMDB) em favor dos portadores de diabetes. O PLS nº 389, de 2008, permite saques nas contas do PIS e do PASEP, a livre movimentação da conta vinculada do FGTS, a inexigibilidade de prazos de carência para a concessão do auxílio doença e da aposentadoria por invalidez, e a concessão de passe livre no sistema de transporte coletivo interestadual.

A relatora, senadora Lúcia Vânia (PSDB/GO), aprovou todas as propostas do senador Renan, elogiou demoradamente o projeto e propôs aos membros da CCJ a integral aprovação do mesmo. Na oportunidade, o presidente da CCJ, senador Demóstenes Torres (DEM/GO), surpreendeu a todos pelo longo e emocionado depoimento pessoal. Falou de sua infância, de sua família, e de parentes que foram ou que são diabéticos e as dificuldades encontradas por todos. Comoveu os parlamentares pelo falecimento dos parentes próximos, que - em função da doença - morreram prematuramente e de forma cruel. Inclusive sobre sua irmã, falecida pela doença, e cega.

Ao final da votação, o projeto de Renan foi aprovado por unanimidade pela CCJ do Senado, na sequência do outro projeto, aprovado já em Plenário na semana passada, que isenta do pagamento do Imposto de Renda os proventos de aposentadoria e reforma dos portadores de diabetes.

Ainda tramitam nas comissões permanentes do Senado Federal mais dois projetos do senador Renan: um, que assegura aos pacientes o recebimento gratuito de caros medicamentos (insulinas) para determinados tipos da doença e que tem dificuldades para a perícia médica oficial; e outro, que determina a ampla divulgação dos programas educacionais para diabéticos, principalmente nos rincões mais distantes do Brasil, cujo acesso impede que os portadores de diabetes possam ser habilitados a receber gratuitamente os medicamentos prescritos.

Na minha opinião, de médico que há 19 anos se dedica ao tratamento de pacientes com diabetes, os diabéticos não precisam de favores para liberação de PIS e PASEP. Não precisam de depoimentos emocionados de senadoras, que sinto terem perdido parentes devido á doença, pois ela realmente é devastadora. Nossos pacientes precisam de uma política de saúde séria, que lhes ofereçam oportunidade de atendimento médico especializado e acesso aos médicos e acesso aos medicamentos. Médicos precisam de treinamento continuado e treinamento em diabetes. Não precisam de um combalido e falido programa HIPERDIA, que mal consegue dar as antigas insulinas NPH e Regular e que deixa de lado centenas de medicamentos mais modernos que auxiliariam a longevidade e a qualidade de vida de milhões de brasileiros. Um programa sério onde além do fornecimento dos medicamentos, se ofereça acesso à educação em diabetes, para médicos e pacientes. Um programa onde pacientes aprendam a como utilizar corretamente os medicamentos e realizar a auto-monitorização da glicose. Um programa onde se estabeleça metas de Hemoglobina Glicada A1C.

O Brasil parece engatinhar e a educação de muitos políticos simplesmente reflete a educação do povo brasileiro. Milhões de reais seriam gastos com um programa sério. Bilhões seriam economizados evitando-se as internações, amputações, diálises e cegueiras.

Já apresentamos um programa sério para uma secretaria de estado da nossa federação, recebemos muitos elogios, mas nada conseguimos além de reuniões e fotos. É hora de mobilizarmos nosso povo, onde incluem-se nossos políticos, nossos médicos e sociedade em geral. A epidemia do diabetes galopa na velocidade da cegueira administrativa de nossos comandantes.

Escreva para seu senador, para seu deputado, para seu médico,para seu paciente e pergunte a ele. O que você está fazendo? Desculpe Senhores Senadores, mas não consigo comemorar o insignificante ato. Não sou porém uma trombeta, uma corneta ou aquele que reclama. No Centro de DIabetes Curitiba, que educa gratuitamente pacientes para os auto-cuidados ao diabetes, temos um projeto e uma certeza. Não vamos sossegar até termos nossos cidadãos e pacientes assistidos verdadeiramente.

E você? o que está fazendo?

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Incident Dysglycemia and Progression to Type 1 Diabetes among Participants in the Diabetes Prevention Trial–Type 1

Objective—We studied the incidence of dysglycemia and its prediction of the development of type 1 diabetes in islet cell autoantibody (ICA)-positive individuals. In addition, we assessed whether dysglycemia was sustained.
Research design and methods—Participants (n = 515) in the Diabetes Prevention Trial–Type 1 (DPT-1) with normal glucose tolerance who underwent periodic oral glucose tolerance tests (OGTTs) were followed for incident dysglycemia (impaired fasting glucose, impaired glucose tolerance, and/or high glucose levels at intermediate time points of OGTTs). Incident dysglycemia at the 6-month visit was assessed for type 1 diabetes prediction.
Results—Of 515 participants with a normal baseline OGTT, 310 (60%) had at least one episode of dysglycemia over a maximum follow-up of 7 years. Dysglycemia at the 6-month visit was highly predictive of the development of type 1 diabetes, both in those aged <13 years (P < 0.001) and those aged ≥13 years (P < 0.01). Those aged <13 years with dysglycemia at the 6-month visit had a high cumulative incidence (94% estimate by 5 years). Among those who developed type 1 diabetes after a dysglycemic OGTT and who had at least two OGTTs after the dysglycemic OGTT, 33 of 64 (52%) reverted back to a normal OGTT. However, 26 (79%) of the 33 then had another dysglycemic OGTT before diagnosis.
Conclusions—ICA-positive individuals with normal glucose tolerance had a high incidence of dysglycemia. Incident dysglycemia in those who are ICA positive is strongly predictive of type 1 diabetes. Children with incident dysglycemia have an especially high risk. Fluctuations in and out of the dysglycemic state are not uncommon before the onset of type 1 diabetes.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Insulin Pump With Glucose Sensor More Effective at Lowering HbA1c Than Multiple Daily Injections

From Medscape Medical News
Insulin Pump With Glucose Sensor More Effective at Lowering HbA1c Than Multiple Daily Injections
Becky McCall

(Vienna, Austria) — A sensor-augmented pump (SAP), which combines an insulin pump with a continuous glucose sensor, delivers lower hemoglobin (Hb)A1c levels than multiple daily injections, without an increase in hypoglycemia. This finding potentially moves pumps a step nearer to the ultimate aim of a closed system and greater control and convenience for patients with type 1 diabetes, researchers reported here at the European Association for the Study of Diabetes 45th Annual Meeting.

Standard pumps provide the patient with a continuous infusion of short-acting insulins instead of multiple daily injection therapy, which provides a one-time, less flexible hit with long-acting insulin. The SAP combines a continuous glucose sensor with the insulin pump.

"By measuring glucose concentration in the subcutaneous tissue every 5 minutes, the patient has a constant stream of information, compared with patients without a sensor who have to measure glucose levels with a finger stick test at mealtimes and a few extra times during the day. Previously, patients only had 5 or 6 measurement time points, but now they know this level throughout the day," said Jeroen Hermanides, MD, from the Academic Medical Centre in Amsterdam, the Netherlands, who presented the study.

Coauthor J. Hans DeVries, MD, also from the Academic Medical Centre in Amsterdam, added: "We particularly wanted patients who had a problem with diabetes control to counteract the common belief that sensors are toys for boys, that many people use sensors for convenience but don't necessarily need them," he told Medscape Diabetes & Endocrinology.

The multinational, multicenter, randomized controlled trial involved 83 patients with type 1 diabetes. All patients had an HbA1c level above or equal to 8.2%. All received 26 weeks of therapy either with a SAP or with the standard of care, multiple daily injections. All patients had suboptimal control of HbA1c. Levels of HbA1c were measured at 13 and 26 weeks and the occurrence of hypoglycemic and hyperglycemic events was recorded. The duration of hyperglycemic events was also measured.

After 26 weeks of SAP therapy, the HBA1c decreased from 8.46 ± 0.95% to 7.23 ± 0.65%. In the multiple daily injection group, mean HbA1c was 8.59 ± 0.82% before therapy and 8.46 ± 1.04% after. "When we account for baseline HbA1c, there is a 1.21% magnitude of change compared with [multiple daily injection] therapy. But we also saw the duration of hyperglycemic events decrease. So there weren't fewer hyperglycemic events but they were of shorter duration. Hyperglycemia is corrected earlier than if the patient has to wait for the next finger prick," added Dr. Hermanides.

In addition to continuous monitoring, the SAP has a program called a Bolus Wizard, which provides the patient with advice on the required amount of insulin to cover a meal without the need for a finger prick test. Dr. DeVries explained: "We found SAP-controlled glucose levels were not accompanied by a significant increase in hypoglycemia. If you optimize insulin delivery by moving from injections to an insulin pump, and in addition optimize glucose levels with a continuous stream of glucose data and information from the Bolus Wizard, then this will make a difference to HbA1c levels."

Commenting on the use of insulin pumps, Dr. Denis Raccah, MD, diabetologist from the University Hospital Sainte Marguerite in Marseille, France, said the SAP was an important step toward developing a closed loop system and a significant advance for patients. "It is not a closed loop system yet because we do not have the algorithm between glycemia and insulin dose; it is still an open loop system. Patients have real-time access to their glycemia, thus avoiding hypoglycemic events during the night. Sometimes patients don't feel hypoglycemic during the night so this device could be used with an alarm. It would also prove useful in physical activity."

He continued to explain that in the REAL Trend study, which Dr. Raccah led, it was shown that when a poorly controlled patient on multiple daily injections is transferred to an integrated system with an insulin pump and sensor, rather than a pump with glucose measured conventionally, then a significant improvement in HbA1c is seen after 6 months, and there is no increase in hypoglycemic events compared with using a pump alone."

Simon Heller, MB, BChir, MRCP, DM, FRCP, from the Sheffield Teaching Hospitals NHS Foundation Trust in the United Kingdom, told Medscape Diabetes & Endocrinology that "the potential of sensor-augmented pump therapy to improve glycemic control without increasing the risk for hypoglycemia may be a significant advance, but further work is still needed."

"These benefits have also been reported with high-quality structured education alone," Dr. Heller pointed out. "Future trials need to include a structured education arm as a control to measure the additional benefit of the technology."

Dr. DeVries received funding from Medtronic. Dr. Raccah's Real Trend study was also funded by Medtronic. Dr. Heller has disclosed no relevant financial relationships.

European Association for the Study of Diabetes (EASD) 45th Annual Meeting: Abstract 90. Presented October 1, 2009.

domingo, 29 de novembro de 2009

A1C Variability Linked to Diabetes Complications

Variability in glycosylated hemoglobin (A1C) predicts the development of complications in patients with type 1 diabetes, say researchers from Finland in the November Diabetes.

"Consider not only the level of A1C, but also the A1C variability profile of a patient as a risk indicator of diabetic complications," Dr. Johan Waden from Helsinki University Central Hospital, told Reuters Health. "In our study, cardiovascular events were related to A1C variability but not to the actual A1C level."

Dr. Waden and colleagues used data from the observational, longitudinal Finnish Diabetic Nephropathy (FinnDiane) Study to analyze the effect of both the mean A1C and the variability of A1C on the prediction of type 1 diabetes complications.

Complete data on renal status and serial measurements were available for 2107 patients, and data on cardiovascular disease events were available for 1845 patients.

The intrapersonal mean of serially measured A1C was 8.5% with a variability (standard deviation) of 0.78, the authors report.

The variability in A1C increased according to baseline renal status, from 0.75 in patients with normoalbuminuria to 0.82 with microalbuminuria, 0.89 with macroalbuminuria, and 0.79 with end-stage renal disease.

A1C variability was significantly higher in patients who progressed to cardiovascular disease events (0.87) than in those who did not (0.79), the researchers note.

A1C variability was greater in all subgroups of patients who worsened in renal status, the investigators say, and the results were similar when coefficient of variation was used as the measure of A1C variability.

Higher A1C variability was associated with younger age, lower age at onset of diabetes, shorter duration of diabetes, lower insulin sensitivity, dyslipidemia, higher baseline A1C, both current and ever smoking, lower socioeconomic class, and lower leisure-time physical activity.

In multivariate models, the standard deviation of serial A1C measurements predicted progression in renal status and cardiovascular disease events independently of mean serial A1C.

"Our data include only patients with type 1 diabetes, and our findings are not necessarily applicable to type 2 diabetes," Dr. Waden cautioned. "Our data are purely observational, and the causal relationships have to be further studied."

"If A1C variability plays a role in the development of diabetic nephropathy, we would expect an association also with other microvascular diabetic complications (retinopathy and neuropathy) since the risk factor profile, especially the glycemic control, is to a large extent similar to that of nephropathy," Dr. Waden said.

"We showed that patients with signs of a disadvantageous lifestyle (low socioeconomic status, smoking, and low physical activity) had higher A1C variability," Dr. Waden added. "Other additional factors such as diet and psychosocial aspects would also be interesting to study. Infections may be implicated and this could also be further studied."

Diabetes. 2009;58:2649-2655.






















Contagem de Carboidratos

"Contagem de carboidratos", é um planejamento da refeição para a gestão técnica de seus níveis de glicose no sangue. Os alimentos que contêm carboidratos aumentam a glicose no sangue. Ao manter o controle de quantos carboidratos você come e ao definirmos um limite para o seu valor de máximo de carboidratos para comer, você pode ajudar a manter os seus níveis de glicose no sangue dentro do seu alvo. Encontrar a quantidade certa de carboidratos depende de muitas coisas, inclusive de quanto ativo você é e que medicamentos que toma.

Quanto Carboidrato?
Claro que isso depende da sua idade, atividade física , índice de massa corporal, etc... Um lugar para começar é de cerca de 45-60 gramas de carboidratos em uma refeição. Você pode precisar de mais ou menos carboidratos nas refeições, dependendo de como você gerencia a sua diabetes. Você e sua equipe de saúde podem descobrir a quantidade certa e específica para você. Depois de saber o quanto comer em uma refeição, escolha o seu alimento e o tamanho da quantidade de carboidratos contidos nesta refeição para corresponder à sua necessidade.

Quais os alimentos que têm hidratos de carbono?
Os alimentos que contêm carboidratos são:

alimentos ricos em amido como pão, cereais, arroz e biscoitos
fruta e suco
leite e iogurte
feijão, como feijão e produtos de soja, como hambúrgueres
legumes amido, como batatas e milho
doces e salgadinhos como refrigerantes, bebidas sucos, bolos, biscoitos, doces e batatas fritas
amiláceos não leguminosos podem ter um pouco de carboidrato, mas em geral são muito baixos.

Quanto carboidrato existe nesses alimentos?
Leitura de rótulos dos alimentos é uma ótima maneira de saber quanto existe de carboidratos nos alimentos. Para os alimentos que não têm um rótulo, você tem que estimar a quantidade de carboidrato que está nele. Manter porções gerais e habituais em mente irá ajudá-lo a estimar quanto carbohidrato você está comendo.
Por exemplo, há cerca de 15 gramas de carboidrato em:
1 pequeno pedaço de fruta fresca (4 oz)
½ xícara de frutas enlatadas ou congeladas
1 fatia de pão (1 oz) ou 1 (6 polegadas) tortilla
½ xícara de farinha de aveia
⅓ xícara de macarrão ou de arroz
4-6 biscoitos
½ muffin Inglês ou pão de hamburger
½ xícara de feijão preto ou de produtos amiláceos
¼ de uma grande batata assada oz (3)
⅔ xícara iogurte desnatado ou adoçado com adoçantes
2 cookies pequenos
1 pedaço qudrado de 6cm de brownie ou bolo sem cobertura
½ xícara de sorvete
1 colher de sopa de xarope, compota, geléia, açúcar ou mel
2 colheres de sopa de xarope de milho
6 nuggets de frango
½ xícara de cozido
1 xícara de sopa
¼ de prato de batatas fritas

Proteína e gordura
Com a contagem de carboidratos, é fácil esquecer a proteína e a gordura nas refeições. Sempre inclua uma fonte de proteína e gordura para equilibrar a sua refeição.

Usando os rótulos
A contagem de carboidratos é mais fácil quando os rótulos dos alimentos estão disponíveis. Você pode olhar o quanto de carboidrato existe nos alimentos que quer comer e decidir quanta comida que você pode comer. As duas coisas mais importantes para a contagem de carboidratos são o tamanho da porção e a quantidade total de carboidratos nela contida.
Olhe o tamanho da porção. Toda a informação no rótulo é sobre esta porção de comida. Se você vai estar comendo uma porção maior, então você vai precisar de duplicar ou triplicar a informação no rótulo.
Olhe os gramas de carboidratos totais.
Total de carboidratos no rótulo inclui açúcar, amido e fibras.
Saiba a quantidade de carboidratos que você pode comer, e depois calcule o tamanho da parcela correspondente.
Se você está tentando perder peso, olhe também para as calorias. Comparar os produtos concorrentes pode ser útil para encontrar os mais baixos em calorias por porção.
Para diminuir o risco de doenças cardíacas e acidente vascular cerebral, olhe também a quantidade de gorduras saturadas e principalmente de gorduras trans. Procure produtos com a menor quantidade de gorduras saturadas e gorduras trans por porção.
Para as pessoas com pressão arterial alta, olhe para a quantidade de sódio. Procure alimentos com menos sódio.

Junto com seu médico, a nutricionista é a pessoa certa para te ajudar na melhor formatação de um cardápio.
No Centro de Diabetes Curitiba, Marina Munhoz da Rocha faz esse trabalho com muita dedicação e competência. http://marinamunhozdarocha.blogspot.com

Carbohydrate counting. You must learn this. Diabetes Education

Carbohydrate counting, or "carb counting," is a meal planning technique for managing your blood glucose levels. Foods that contain carbohydrate raise blood glucose. By keeping track of how many carbohydrates you eat and setting a limit for your maximum amount to eat, you can help to keep your blood glucose levels in your target range. Finding the right amount of carbohydrate depends on many things including how active you are and what, if any, medicines you take.

How Much Carb?
A place to start is at about 45-60 grams of carbohydrate at a meal. You may need more or less carbohydrate at meals depending on how you manage your diabetes. You and your health care team can figure out the right amount for you. Once you know how much carb to eat at a meal, choose your food and the portion size to match.

What Foods Have Carbohydrate?
Foods that contain carbohydrate are:

starchy foods like bread, cereal, rice, and crackers
fruit and juice
milk and yogurt
dried beans like pinto beans and soy products like veggie burgers
starchy vegetables like potatoes and corn
sweets and snack foods like sodas, juice drinks, cake, cookies, candy, and chips
Non-starchy vegetables have a little bit of carbohydrate but in general are very low.

How Much Carbohydrate is in These Foods?
Reading food labels is a great way to know how much carbohydrate is in a food. For foods that do not have a label, you have to estimate how much carbohydrate is in it. Keeping general serving sizes in mind will help you estimate how much carbohydrate you are eating.
For example there is about 15 grams of carbohydrate in:
1 small piece of fresh fruit (4 oz)
½ cup of canned or frozen fruit
1 slice of bread (1 oz) or 1 (6 inch) tortilla
½ cup of oatmeal
⅓ cup of pasta or rice
4-6 crackers
½ English muffin or hamburger bun
½ cup of black beans or starchy vegetable
¼ of a large baked potato (3 oz)
⅔ cup of plain fat-free yogurt or sweetened with sugar substitutes
2 small cookies
2 inch square brownie or cake without frosting
½ cup ice cream or sherbet
1 Tbsp syrup, jam, jelly, sugar or honey
2 Tbsp light syrup
6 chicken nuggets
½ cup of casserole
1 cup of soup
¼ serving of a medium french fry

Protein and Fat
With carbohydrate counting, it is easy to forget about the protein and fat in meals. Always include a source of protein and fat to balance out your meal.

Using Food Labels
Carbohydrate counting is easier when food labels are available. You can look at how much carbohydrate is in the foods you want to eat and decide how much of the food you can eat. The two most important lines with carbohydrate counting are the serving size and the total carbohydrate amount.
Look at the serving size. All the information on the label is about this serving of food. If you will be eating a larger serving, then you will need to double or triple the information on the label.
Look at the grams of total carbohydrate.
Total carbohydrate on the label includes sugar, starch, and fiber.
Know the amount of carb you can eat, figure out the portion size to match.
If you are trying to lose weight, look at the calories. Comparing products can be helpful to find those lower in calories per serving.
To cut risk of heart disease and stroke, look at saturated and trans fats. Look for products with the lowest amount of saturated and trans fats per serving.
For people with high blood pressure, look at the sodium. Look for foods with less sodium.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Diabetes aumentou desproporcionalmente acima dos 60 anos

Diabetes aumentou entre homens e mulheres e em todas as faixas etárias, mas a doença ainda afeta desproporcionalmente às pessoas idosas. Mais de 20 por cento das pessoas de 60 anos tem diabetes, a maioria deles diagnosticados com tipo 2, segundo o National Institutes of Health. Em comparação, esse número é de 2,6 por cento para a faixa etária dos 20 a 39, e 10,8 por cento para a dos 40 a 59.

Aqui estão alguns fatores complicadores
Idosos diabéticos podem ter consequências para a saúd que incluiem o envelhecimento acelerado e de aumento das taxas de morte prematura e de incapacidade, de acordo com a American Diabetes Association.
Eles também são mais propensos a ter hipertensão arterial, dislipidemia e doença cardiovascular, bem como o prejuízo cognitivo, depressão e incontinência urinária.
Diabetes tem sido associada com excesso de risco para quedas e fraturas.

Pacientes diagnosticados com diabetes com 60 anos ou mais, tiveram duas a três vezes mais probabilidade de ser incapaz de andar 400 metros, subir escadas e fazer trabalho doméstico do que os adultos em idade semelhante mas sem diabetes, segundo a pesquisa da National Health and Nutrition.

Os idosos podem ser particularmente mais vulneráveis à doença por causa das condições econômicas, que pode levá-los a perder consultas médicas, ou não ter acesso às mesmas, ou falta de exercício físico regular ou pela ausência de um grupo de apoio. Se as tendências atuais continuarem, a proporção de diabéticos que são mais de 65 anos deverá aumentar para 53 por cento em 2025 e para 58 por cento até 2050, segundo estimativas citadas pela American Diabetes Association.

domingo, 15 de novembro de 2009

RPC Tower in Curitiba. @mauroscharf CENTRO de DIABETES CURITIBA on Twitpic
Centro de Diabetes Curitiba, Hospital Nossa Senhora das Graças e Torre da Rede Paranaense de Comunicação, a RPC, ações do Dia Mundial do Diabetes em Curitiba, Paraná, Brazil
HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRA�AS EM CURITIBA CENTRO DE DIAB... on Twitpic

sábado, 14 de novembro de 2009

Atividades no Hospital Nossa Senhora das Graças

No dia 13 de novembro, o Hospital Nossa Senhora das Graças fará um dia de triagem, com testes de diabetes para os visitantes do hospital, os pacientes, médicos e colaboradores. Será oferecido um curso gratuito de Educação em Diabetes, no dia 14 de novembro, repetida em intervalos de 15 dias durante todo o ano. No curso, os pacientes terão a oportunidade de palestras médicas, curso de contagem de carboidratos, análise de rótulo, formação de enfermeiros para a auto-administração de insulina, automonitorização da glicemia, atividades físicas e orientações sobre diabetes.

O Hospital fica na Rua Alcides Munhoz, 433, Mercês. Tel. (41) 3240-6060.

O Centro de Diabetes Curitiba está localizado no Hospital e realiza atendimento clínico, Cursos para profissionais, pacientes e familiares, Pesquisa clínica e conta com atendimento multi-profissional e interdisciplinar

sábado, 7 de novembro de 2009

English version of this post http://bit.ly/3Iu7XJ

62 anos de diabetes Tipo 1(Richard Vaughn tem 70 anos hoje e vive em Kensington USA) http://tudiabetes.com/profile/RichardVaughn

Muitas pessoas que me conhecem são da opinião que eu tenho quebrado um recorde e não ouviram falar de alguém ter diabetes tanto tempo e não ter complicações sérias.
Há muitos diabéticos que tiveram diabetes muito mais de mim. Veja abaixo as suas histórias.

Bob e Gerald Cleveland (combinado) olhar para trás em 154 anos de diabetes tipo 1. Veja a história abaixo:
http://www.diabeteshealth.com/read/2....html # comments
Gladys C. Lester Dull foi diagnosticada com diabetes tipo 1 em 1924, apenas três anos após a descoberta da insulina. Acredita-se que ela é a pessoa mais longa convivência com o diabetes.
Aqui está a sua história:
http://www.diabeteshealth.com/read/2007/05/29/5213.html
O Joslin Diabetes Center está localizado em Boston. Eles oferecem um programa de medalhas para diabéticos que foram diabéticos durante 25, 50 e 75 anos. Veja abaixo:
http://www.joslin.org/Giving_to_Joslin_Medalist.asp

Eu nunca fui interessado em uma medalha, embora eu sofra de diabetes há 62 anos, o beneficio da 50 anos de adjudicação, minha recompensa real é a minha saúde e minha grande vida, com apenas algumas complicações muito menores.
Eu não deixaria qualquer um dos meus problemas de diabetes me deprimir muito. Eu aproveito a vida ao máximo e nunca fico deprimido ou estressado sobre o meu diabetes. Sou uma pessoa muito humilde, descontraída, companheiro, ágil e a falta de estresse na minha vida tem-me ajudado muito na obtenção de bons resultados e controle do meu diabetes.
Nos meus priemiros anos de diabetes tipo 1, eu não era muito envolvido sobre a procura de informação sobre o diabetes. Eu dependia de meus médicos para me dizerem o que eu precisava saber. Presumi que eles sempre diriam tudo o que eu precisava saber. Claro que havia muito pouco de conhecimento e informação sobre o diabetes no ano de 1940, quando fui diagnosticado. A desinformação ainda era um fato verdadeiro em 1950, e em grande parte, na década de 1960. Eu andei junto com essa desinformação e nunca fiz nenhuma pesquisa nas bibliotecas das faculdades onde lecionei. Eu nunca perguntei a meu médico se havia livros que envolvem o diabetes que eu podia ler. Se Eu tivesse lido o material disponível nos primeiros anos, eu não teria sabido que eu deveria ter seguido uma dieta baixa de carboidratos. Isso poderia ter me dado um controle muito melhor e eu poderia ter evitado tantos anos de taxas de açúcar no sangue terrivelmente altas, que me levaram a várias complicações que desenvolvi nos anos seguintes. Essas complicações têm sido menores, mas eles têm me causado algumas desvantagens e muita preocupação.

Adquiri o hábito de colocar as coisas fora. Eu poderia ter utilizado um medidor de glicose alguns anos mais cedo do que eu fiz. Dr. B. sugeriu que eu usasse um, mas eu estava confortável com a meus testes de urina e eu resisti a mudança. Eu tinha uma boa saúde, eu não tive nenhuma complicação grave e eu testava minha urina e eu
não via a necessidade de picar meu dedo várias vezes ao dia, para testar a glicose no sangue. Depois que eu comecei a usar um glicosímetro eu me senti como um tolo por não ter começado mais cedo. Logo depois, as bombas de insulina tornaram-se disponíveis e o Dr. B. sugeriu que eu fosse para bomba de insulina. Eu estava com uma série de glicemias altas e baixas na época, com muita oscilação e uma bomba de insulina teria realmente me ajudado muito. Mas eu era muito teimoso e eu recusava. Meu corpo estava tão acostumado a ter altas taxas de glicose no sangue que me sentia bem e não sentia a necessidade de usar a bomba. Nessa fase, eu tinha tantas elevações glicêmicas que raramente tinha hipoglicemias. Se eu tivesse um monte de hipoglicemias, e me senti-se mal com as glicemias altas eu teria concordado em usar a bomba de infusão contínua. Quando os computadores e a Internet tornaram-se disponíveis comecei a pesquisar diabetes e eu me juntei a grupos de apoio aos diabéticos. Convenci-me de que eu devia entrar na bomba, embora eu já tivesse nesse momento um bom controle com o meu método de múltiplas injeções na época. Por causa do meu bom controle Dr. B. não me apoiou nesse mmento para iniciar a bomba. Eu tive que consultar outro médico e comecei a utilizar bomba de insulina em junho de 2007. Se eu não tivesse sido tão teimoso, eu poderia ter começado a bomba de insulina em
pelo menos 15 anos antes. Porque eu desperdiçava a chance de fazer estas mudanças que melhorariam muito minha vida e minha saúde? Eu era muito teimoso, contente com a minha vida como ela era e eu não percebia o quão melhor poderia ser.
Espero que aqueles de vocês que lêem minha história não cometam os mesmos erros que eu cometi. Se você está tendo um razoável bom controle da diabetes não pense que você deva ignorar as recém-desenvolvidas tecnologias, os novos medicamentos, bombeamento e similares. Investigue essas coisas novas, pergunte ao seu médico sobre as opções e peça a opinião dos diabéticos que já experimentaram outras situações (on-line mesmo, num espaço como esse). Tire partido dos novos desenvolvimentos e não descarte as coisas quando talvez elas possam lhe dar um melhor controle e uma vida melhor, sem complicações sérias que possam ocorrer. Tenho apenas pequenas complicações com o meu diabetes, mas qualquer uma dessas complicações pode aumentar e me dar grandes problemas nos próximos anos.
A investigação tem sugerido que o fato de eu ter diabetes tipo 1 por 62 anos sem graves complicações pode ser devido a eu ter bons genes. Meus médicos afirmaram que não tenho idéia porque eu tenho tanta sorte. Eu tenho a meu própria teoria. Eu tive sarampo, varicela e caxumba, num curto espaço de tempo e os sintomas da minha diabetes surgiram logo após essas doenças. Estou convencido de que essas doenças atacaram meu corpo aos 5 anos de idade e fez meu pâncreas parar de produzir insulina. Eu sinto que foi a causa do meu diabetes. Talvez diabetes pudesse ter sido desenvolvida de alguma outra forma mais tarde...Através dos genes gerdadps de um parente com diabetes tipo 1 é menos provável de eu ter as complicações do que ocorre para muitos diabéticos. Esta é apenas uma teoria minha e não tenho qualquer fundamentação para suportar isso. É apenas o meu intestino sentimento. Minha diabetes tipo 1 tem sido muito diferente, de muitas maneiras, desde diabetes que tenho lido e ouvido falar acerca de tão muitos outros diabéticos.

Sou abençoado por ter tido uma vida maravilhosa e no meu parecer, uma vida muito saudável para 68 anos. Sou grato para a minha família maravilhosa e agradeço a Deus pelo fato de que nenhum outro membro da minha família é diabético.
As linhas em meu rosto mostram claramente a minha idade, portanto, dê atenção e ouça este velho sábio: - Não gaste sua vida como um pássaro em uma gaiola, viva grande, cuide de si mesmo, liberte-se da raiva!
Espero que você tenha aprendido com este bicho de idade, minhsa história não é nenhum prêmio, mas eu nunca fui um molenga!
Diabético por todos estes anos, mas não estou amargo, Eu amo minha vida e minha esposa e eu não poderia estar mais apto para ir adiante.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

IDF release a Global Guide on diabetes and Pregnancy see at http://www.idf.org/webdata/docs/Pregnancy_EN_RTP.pdf

A Federação Internacional de diabetes divulgou hoje o Guia Global da gravidez em Diabetes,
Veja no link http://bit.ly/2ekOVG para acessar o link já traduzido para o português

H1N1 Vaccination / Vacinação para Gripe H1N1

2009 H1N1 Recommendations
Who will be recommended to receive the 2009 H1N1 vaccine?
CDC’s Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP) has recommended that certain groups of the population receive the 2009 H1N1 vaccine when it first becomes available. These target groups include pregnant women, people who live with or care for children younger than 6 months of age, healthcare and emergency medical services personnel, persons between the ages of 6 months and 24 years old, and people ages of 25 through 64 years of age who are at higher risk for 2009 H1N1 because of chronic health disorders or compromised immune systems. Here we include Diabetic people.
Quem deve receber a vacina?
Comitê do CDC em práticas de imunização recomenda a vacinação prioritária para grupos definidos da população assim que a vacina estiver disponível. São eles: Mulheres grávidas, pessoas que vivam ou cuidem de crianças menores de 6 anos, pessoas ligadas a serviços de saúde e serviços de emergência médica, pessoas entre 6 meses e 24 anos de idade, e pessoas entre 25 e 64 anos de idade com doenças crônicas ou déficit imunológico. Aqui inclui-se as pessoas com diabetes

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