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domingo, 28 de março de 2010

Encontro Da Liga de Endocrinologia de Maringá

Clique aqui para ver as fotos do Primeiro Encontro da Liga de Endocrinologia Pediátrica de Maringá. O Evento ocorreu agora, dia 20 de março e contou com a participação de 170 participantes. Muitas discussões e alta produtividade no bem organizado evento.

http://bit.ly/crH323



quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Descoberta chave para reversão do Diabetes tipo 1

Descoberta Chave para reverter Diabetes Tipo 1

The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism. Fevereiro 2010

Os membros de uma equipe de pesquisa no centro, liderada por Jerry Nadler, MD, professor e chefe da cadeira da medicina interna e director do centro de pesquisas The Clinical Research Center of Eastern Virginia Medical School, estão estudando o papel da enzima 12-Lipoxigenase (12-LO) e sua relação no desenvolvimento do diabetes Tipo 1 . Eles esperam que o estudo e a segmentação desta enzima será a chave para a cura do DMT1.
A diabetes tipo 1 é uma condição crônica que se desenvolve quando o pâncreas pára de gerar insulina suficiente para manter os níveis normais de glicose (açúcar) no sangue. A insulina move o açúcar da da corrente sanguínea para as células do corpo, de modo este açúcar possa ser usado para gerar energia. Na diabetes tipo 1, os ataques ao sistema imunológico, detróem as células produtoras de insulina chamadas de células beta, células uqe são encontradas apenas no pâncreas. Quando as células beta morrem, o corpo não consegue produzir insulina suficiente para regular os níveis de glicose, e isto pode levar a graves complicações de saúde, até a morte, quando o tratamento com a correta reposição de insulina não é adequadamente realizado.
Atualmente é amplamente aceito que a inflamação desempenha um papel fundamental na destruição das células beta. Mas os fatores precisos ainda não são totalmente bem conhecidos. A base de proteína enzima encontrada em células beta, a 12-LO produz lipídios específicos que causam a inflamação e pode levar à morte das células beta, em modelos laboratoriais. Na verdade, os pesquisadores demonstraram que eliminar o gene
que produz 12-LO, impede o desenvolvimento da diabetes tipo 1 em ratos.
Dr. Nadler, explica que o desafio tem sido a de validar a 12-LO e seus produtos lipídicos pró-inflamatórios como tendo um papel no diabetes humano. Ter acesso às células beta humanas é difícil, mas o
The Clinical Research Center of Eastern Virginia Medical School (EVMS) está entre um número limitado de grupos de pesquisa que podem receber as ilhotas humanas - a região do pâncreas, que contém células beta - de pessoas que doaram seus corpos para a ciência através da juvenil Diabetes Research Foundation Islet Resource Center Consortium.
Graças a esse recurso, a equipe da
EVMS confirmou que 12-LO é realmente encontrado em ilhotas humanas e nos seres humanos, como nos ratos, os seus produtos lipídicos pró-inflamatórios que podem levar à menor produção de insulina e da morte das células beta.
"Nós já confirmamos que a 12-LO é um alvo nos seres humanos, particularmente no pâncreas, e esta descoberta irá ajudar a busca de novas terapias",
diz o Dr. kaiwen Ma.
"O próximo passo será desenvolver uma droga que atinge a 12-LO e combinar isso com a regeneração celular."
"Estamos atualmente trabalhando com pesquisadores da Califórnia e do Instituto Nacional de Saúde para identificar medicamentos que foquem a inibição da 12-LO como um novo tratamento para impedir danos imunes às células humanas produtoras de insulina",
diz o Dr. David A. Taylor-Fishwick .
Acopanharei o desenvolvimento desta pesquisa e farei o update para todos.
Dr. Mauro

Artigo (*notice post) original em Inglês

Key to Reversing Type 1 Diabetes Discovered

The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism. Feb 2010
Members of a research team at the center, led by Jerry Nadler, MD, professor and chair of internal medicine and director of the center, have been studying the role of the enzyme 12-Lipoxygenase (12-LO) in the development of Type 1 diabetes. They hope that targeting this enzyme will hold the key to a cure.
Type 1 diabetes is a chronic condition that develops when the pancreas stops generating enough insulin to maintain normal levels of glucose (sugar) in the blood. Insulin moves sugar from the bloodstream to cells so that it can be used to generate energy. In Type 1 diabetes, a person's immune system attacks the insulin-producing beta cells, found only in the pancreas. When the beta cells die, the body no longer can produce enough insulin to regulate blood-glucose levels, and this can lead to serious health complications, even death, without treatment.
It is generally understood that inflammation plays a vital role in beta-cell destruction. But the precise factors are not well known. A protein-based enzyme found in beta cells, 12-LO produces specific lipids that cause inflammation and can lead to the death of beta cells in laboratory models. In fact, EVMS researchers have demonstrated that deleting the gene that produces 12-LO prevents the development of Type 1 diabetes in mice.
Dr. Nadler explains that the challenge has been to validate that 12-LO and its pro-inflammatory lipid products have a role in human diabetes. Gaining access to human beta cells can be difficult, but EVMS is among a limited number of research groups that can receive human islets -- the region of the pancreas that contains beta cells -- from individuals who have donated their bodies to science through the Juvenile Diabetes Research Foundation Islet Resource Center Consortium.
Thanks to that resource, the EVMS team has confirmed that 12-LO is indeed found in human islets, and in humans, like in mice, its pro-inflammatory lipid products can lead to lower insulin production and beta cell death.
"We've now confirmed that 12-LO is a relevant target in humans, particularly in the pancreas, and will help lead to new therapies," Dr. Kaiwen Ma says.
"That's why these new findings are so important," Dr. Swarup K. Chakrabarti says. "The next step will be to develop a drug that targets 12-LO and combine that with cell regeneration."
"We are currently working with investigators in California and the National Institutes of Health to identify ideal medications that would target 12-LO as a new treatment to halt immune damage to human insulin-producing cells," Dr. David A. Taylor-Fishwick says.


domingo, 7 de fevereiro de 2010

Evento da NOVA MSD em Brasília finalizado com sucesso

Encerrou hoje ao meio dia o evento da Nova MSD, denominado uma visão global nos cuidados ao paciente. O evento contou com uma excelente infra-estrutura e apresentou temas variados como gestão de pessoas, a importância do marketing e suas ferramentas e o papel das novas mídias e internet, bem como as melhores ferramentas de gestão médica. Participação excelente de Carlos Eduardo Couri em debate com plenário de cardiologistas e endocrinologistas, entre outros especialistas. Agradecimento especial a Dra. Martha Savastano, mestre em admnistração pela FGV, Ricardo Almeida, especialista em gestão de projetos WEB, professor e coordenador de MBA e Joel Dutra, professor de economia da USP.
A Sustentabilidade foi tema em foco e o evento foi coroado por um excelente debate entre os principais palestrantes, conduzido com maestria por Heródoto Barbeiro.
Parabéns a Nova MSD pelo inovador modelo de evento e pelo profissionalismo de seus profissionais envolvidos na atividade. Brasília continua linda e com uma excelente gastronomia. Espero voltar em Breve.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Projeto de RENAN aprovado na CCJ. BOM ou RUIM? Leia e deixe a sua opinião

Aprovado na CCJ projeto de Renan em prol de portadores de diabetes

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal aprovou, em sua última reunião, o projeto de autoria do senador Renan Calheiros (PMDB) em favor dos portadores de diabetes. O PLS nº 389, de 2008, permite saques nas contas do PIS e do PASEP, a livre movimentação da conta vinculada do FGTS, a inexigibilidade de prazos de carência para a concessão do auxílio doença e da aposentadoria por invalidez, e a concessão de passe livre no sistema de transporte coletivo interestadual.

A relatora, senadora Lúcia Vânia (PSDB/GO), aprovou todas as propostas do senador Renan, elogiou demoradamente o projeto e propôs aos membros da CCJ a integral aprovação do mesmo. Na oportunidade, o presidente da CCJ, senador Demóstenes Torres (DEM/GO), surpreendeu a todos pelo longo e emocionado depoimento pessoal. Falou de sua infância, de sua família, e de parentes que foram ou que são diabéticos e as dificuldades encontradas por todos. Comoveu os parlamentares pelo falecimento dos parentes próximos, que - em função da doença - morreram prematuramente e de forma cruel. Inclusive sobre sua irmã, falecida pela doença, e cega.

Ao final da votação, o projeto de Renan foi aprovado por unanimidade pela CCJ do Senado, na sequência do outro projeto, aprovado já em Plenário na semana passada, que isenta do pagamento do Imposto de Renda os proventos de aposentadoria e reforma dos portadores de diabetes.

Ainda tramitam nas comissões permanentes do Senado Federal mais dois projetos do senador Renan: um, que assegura aos pacientes o recebimento gratuito de caros medicamentos (insulinas) para determinados tipos da doença e que tem dificuldades para a perícia médica oficial; e outro, que determina a ampla divulgação dos programas educacionais para diabéticos, principalmente nos rincões mais distantes do Brasil, cujo acesso impede que os portadores de diabetes possam ser habilitados a receber gratuitamente os medicamentos prescritos.

Na minha opinião, de médico que há 19 anos se dedica ao tratamento de pacientes com diabetes, os diabéticos não precisam de favores para liberação de PIS e PASEP. Não precisam de depoimentos emocionados de senadoras, que sinto terem perdido parentes devido á doença, pois ela realmente é devastadora. Nossos pacientes precisam de uma política de saúde séria, que lhes ofereçam oportunidade de atendimento médico especializado e acesso aos médicos e acesso aos medicamentos. Médicos precisam de treinamento continuado e treinamento em diabetes. Não precisam de um combalido e falido programa HIPERDIA, que mal consegue dar as antigas insulinas NPH e Regular e que deixa de lado centenas de medicamentos mais modernos que auxiliariam a longevidade e a qualidade de vida de milhões de brasileiros. Um programa sério onde além do fornecimento dos medicamentos, se ofereça acesso à educação em diabetes, para médicos e pacientes. Um programa onde pacientes aprendam a como utilizar corretamente os medicamentos e realizar a auto-monitorização da glicose. Um programa onde se estabeleça metas de Hemoglobina Glicada A1C.

O Brasil parece engatinhar e a educação de muitos políticos simplesmente reflete a educação do povo brasileiro. Milhões de reais seriam gastos com um programa sério. Bilhões seriam economizados evitando-se as internações, amputações, diálises e cegueiras.

Já apresentamos um programa sério para uma secretaria de estado da nossa federação, recebemos muitos elogios, mas nada conseguimos além de reuniões e fotos. É hora de mobilizarmos nosso povo, onde incluem-se nossos políticos, nossos médicos e sociedade em geral. A epidemia do diabetes galopa na velocidade da cegueira administrativa de nossos comandantes.

Escreva para seu senador, para seu deputado, para seu médico,para seu paciente e pergunte a ele. O que você está fazendo? Desculpe Senhores Senadores, mas não consigo comemorar o insignificante ato. Não sou porém uma trombeta, uma corneta ou aquele que reclama. No Centro de DIabetes Curitiba, que educa gratuitamente pacientes para os auto-cuidados ao diabetes, temos um projeto e uma certeza. Não vamos sossegar até termos nossos cidadãos e pacientes assistidos verdadeiramente.

E você? o que está fazendo?

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Incident Dysglycemia and Progression to Type 1 Diabetes among Participants in the Diabetes Prevention Trial–Type 1

Objective—We studied the incidence of dysglycemia and its prediction of the development of type 1 diabetes in islet cell autoantibody (ICA)-positive individuals. In addition, we assessed whether dysglycemia was sustained.
Research design and methods—Participants (n = 515) in the Diabetes Prevention Trial–Type 1 (DPT-1) with normal glucose tolerance who underwent periodic oral glucose tolerance tests (OGTTs) were followed for incident dysglycemia (impaired fasting glucose, impaired glucose tolerance, and/or high glucose levels at intermediate time points of OGTTs). Incident dysglycemia at the 6-month visit was assessed for type 1 diabetes prediction.
Results—Of 515 participants with a normal baseline OGTT, 310 (60%) had at least one episode of dysglycemia over a maximum follow-up of 7 years. Dysglycemia at the 6-month visit was highly predictive of the development of type 1 diabetes, both in those aged <13 years (P < 0.001) and those aged ≥13 years (P < 0.01). Those aged <13 years with dysglycemia at the 6-month visit had a high cumulative incidence (94% estimate by 5 years). Among those who developed type 1 diabetes after a dysglycemic OGTT and who had at least two OGTTs after the dysglycemic OGTT, 33 of 64 (52%) reverted back to a normal OGTT. However, 26 (79%) of the 33 then had another dysglycemic OGTT before diagnosis.
Conclusions—ICA-positive individuals with normal glucose tolerance had a high incidence of dysglycemia. Incident dysglycemia in those who are ICA positive is strongly predictive of type 1 diabetes. Children with incident dysglycemia have an especially high risk. Fluctuations in and out of the dysglycemic state are not uncommon before the onset of type 1 diabetes.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Insulin Pump With Glucose Sensor More Effective at Lowering HbA1c Than Multiple Daily Injections

From Medscape Medical News
Insulin Pump With Glucose Sensor More Effective at Lowering HbA1c Than Multiple Daily Injections
Becky McCall

(Vienna, Austria) — A sensor-augmented pump (SAP), which combines an insulin pump with a continuous glucose sensor, delivers lower hemoglobin (Hb)A1c levels than multiple daily injections, without an increase in hypoglycemia. This finding potentially moves pumps a step nearer to the ultimate aim of a closed system and greater control and convenience for patients with type 1 diabetes, researchers reported here at the European Association for the Study of Diabetes 45th Annual Meeting.

Standard pumps provide the patient with a continuous infusion of short-acting insulins instead of multiple daily injection therapy, which provides a one-time, less flexible hit with long-acting insulin. The SAP combines a continuous glucose sensor with the insulin pump.

"By measuring glucose concentration in the subcutaneous tissue every 5 minutes, the patient has a constant stream of information, compared with patients without a sensor who have to measure glucose levels with a finger stick test at mealtimes and a few extra times during the day. Previously, patients only had 5 or 6 measurement time points, but now they know this level throughout the day," said Jeroen Hermanides, MD, from the Academic Medical Centre in Amsterdam, the Netherlands, who presented the study.

Coauthor J. Hans DeVries, MD, also from the Academic Medical Centre in Amsterdam, added: "We particularly wanted patients who had a problem with diabetes control to counteract the common belief that sensors are toys for boys, that many people use sensors for convenience but don't necessarily need them," he told Medscape Diabetes & Endocrinology.

The multinational, multicenter, randomized controlled trial involved 83 patients with type 1 diabetes. All patients had an HbA1c level above or equal to 8.2%. All received 26 weeks of therapy either with a SAP or with the standard of care, multiple daily injections. All patients had suboptimal control of HbA1c. Levels of HbA1c were measured at 13 and 26 weeks and the occurrence of hypoglycemic and hyperglycemic events was recorded. The duration of hyperglycemic events was also measured.

After 26 weeks of SAP therapy, the HBA1c decreased from 8.46 ± 0.95% to 7.23 ± 0.65%. In the multiple daily injection group, mean HbA1c was 8.59 ± 0.82% before therapy and 8.46 ± 1.04% after. "When we account for baseline HbA1c, there is a 1.21% magnitude of change compared with [multiple daily injection] therapy. But we also saw the duration of hyperglycemic events decrease. So there weren't fewer hyperglycemic events but they were of shorter duration. Hyperglycemia is corrected earlier than if the patient has to wait for the next finger prick," added Dr. Hermanides.

In addition to continuous monitoring, the SAP has a program called a Bolus Wizard, which provides the patient with advice on the required amount of insulin to cover a meal without the need for a finger prick test. Dr. DeVries explained: "We found SAP-controlled glucose levels were not accompanied by a significant increase in hypoglycemia. If you optimize insulin delivery by moving from injections to an insulin pump, and in addition optimize glucose levels with a continuous stream of glucose data and information from the Bolus Wizard, then this will make a difference to HbA1c levels."

Commenting on the use of insulin pumps, Dr. Denis Raccah, MD, diabetologist from the University Hospital Sainte Marguerite in Marseille, France, said the SAP was an important step toward developing a closed loop system and a significant advance for patients. "It is not a closed loop system yet because we do not have the algorithm between glycemia and insulin dose; it is still an open loop system. Patients have real-time access to their glycemia, thus avoiding hypoglycemic events during the night. Sometimes patients don't feel hypoglycemic during the night so this device could be used with an alarm. It would also prove useful in physical activity."

He continued to explain that in the REAL Trend study, which Dr. Raccah led, it was shown that when a poorly controlled patient on multiple daily injections is transferred to an integrated system with an insulin pump and sensor, rather than a pump with glucose measured conventionally, then a significant improvement in HbA1c is seen after 6 months, and there is no increase in hypoglycemic events compared with using a pump alone."

Simon Heller, MB, BChir, MRCP, DM, FRCP, from the Sheffield Teaching Hospitals NHS Foundation Trust in the United Kingdom, told Medscape Diabetes & Endocrinology that "the potential of sensor-augmented pump therapy to improve glycemic control without increasing the risk for hypoglycemia may be a significant advance, but further work is still needed."

"These benefits have also been reported with high-quality structured education alone," Dr. Heller pointed out. "Future trials need to include a structured education arm as a control to measure the additional benefit of the technology."

Dr. DeVries received funding from Medtronic. Dr. Raccah's Real Trend study was also funded by Medtronic. Dr. Heller has disclosed no relevant financial relationships.

European Association for the Study of Diabetes (EASD) 45th Annual Meeting: Abstract 90. Presented October 1, 2009.

domingo, 29 de novembro de 2009

A1C Variability Linked to Diabetes Complications

Variability in glycosylated hemoglobin (A1C) predicts the development of complications in patients with type 1 diabetes, say researchers from Finland in the November Diabetes.

"Consider not only the level of A1C, but also the A1C variability profile of a patient as a risk indicator of diabetic complications," Dr. Johan Waden from Helsinki University Central Hospital, told Reuters Health. "In our study, cardiovascular events were related to A1C variability but not to the actual A1C level."

Dr. Waden and colleagues used data from the observational, longitudinal Finnish Diabetic Nephropathy (FinnDiane) Study to analyze the effect of both the mean A1C and the variability of A1C on the prediction of type 1 diabetes complications.

Complete data on renal status and serial measurements were available for 2107 patients, and data on cardiovascular disease events were available for 1845 patients.

The intrapersonal mean of serially measured A1C was 8.5% with a variability (standard deviation) of 0.78, the authors report.

The variability in A1C increased according to baseline renal status, from 0.75 in patients with normoalbuminuria to 0.82 with microalbuminuria, 0.89 with macroalbuminuria, and 0.79 with end-stage renal disease.

A1C variability was significantly higher in patients who progressed to cardiovascular disease events (0.87) than in those who did not (0.79), the researchers note.

A1C variability was greater in all subgroups of patients who worsened in renal status, the investigators say, and the results were similar when coefficient of variation was used as the measure of A1C variability.

Higher A1C variability was associated with younger age, lower age at onset of diabetes, shorter duration of diabetes, lower insulin sensitivity, dyslipidemia, higher baseline A1C, both current and ever smoking, lower socioeconomic class, and lower leisure-time physical activity.

In multivariate models, the standard deviation of serial A1C measurements predicted progression in renal status and cardiovascular disease events independently of mean serial A1C.

"Our data include only patients with type 1 diabetes, and our findings are not necessarily applicable to type 2 diabetes," Dr. Waden cautioned. "Our data are purely observational, and the causal relationships have to be further studied."

"If A1C variability plays a role in the development of diabetic nephropathy, we would expect an association also with other microvascular diabetic complications (retinopathy and neuropathy) since the risk factor profile, especially the glycemic control, is to a large extent similar to that of nephropathy," Dr. Waden said.

"We showed that patients with signs of a disadvantageous lifestyle (low socioeconomic status, smoking, and low physical activity) had higher A1C variability," Dr. Waden added. "Other additional factors such as diet and psychosocial aspects would also be interesting to study. Infections may be implicated and this could also be further studied."

Diabetes. 2009;58:2649-2655.






















Contagem de Carboidratos

"Contagem de carboidratos", é um planejamento da refeição para a gestão técnica de seus níveis de glicose no sangue. Os alimentos que contêm carboidratos aumentam a glicose no sangue. Ao manter o controle de quantos carboidratos você come e ao definirmos um limite para o seu valor de máximo de carboidratos para comer, você pode ajudar a manter os seus níveis de glicose no sangue dentro do seu alvo. Encontrar a quantidade certa de carboidratos depende de muitas coisas, inclusive de quanto ativo você é e que medicamentos que toma.

Quanto Carboidrato?
Claro que isso depende da sua idade, atividade física , índice de massa corporal, etc... Um lugar para começar é de cerca de 45-60 gramas de carboidratos em uma refeição. Você pode precisar de mais ou menos carboidratos nas refeições, dependendo de como você gerencia a sua diabetes. Você e sua equipe de saúde podem descobrir a quantidade certa e específica para você. Depois de saber o quanto comer em uma refeição, escolha o seu alimento e o tamanho da quantidade de carboidratos contidos nesta refeição para corresponder à sua necessidade.

Quais os alimentos que têm hidratos de carbono?
Os alimentos que contêm carboidratos são:

alimentos ricos em amido como pão, cereais, arroz e biscoitos
fruta e suco
leite e iogurte
feijão, como feijão e produtos de soja, como hambúrgueres
legumes amido, como batatas e milho
doces e salgadinhos como refrigerantes, bebidas sucos, bolos, biscoitos, doces e batatas fritas
amiláceos não leguminosos podem ter um pouco de carboidrato, mas em geral são muito baixos.

Quanto carboidrato existe nesses alimentos?
Leitura de rótulos dos alimentos é uma ótima maneira de saber quanto existe de carboidratos nos alimentos. Para os alimentos que não têm um rótulo, você tem que estimar a quantidade de carboidrato que está nele. Manter porções gerais e habituais em mente irá ajudá-lo a estimar quanto carbohidrato você está comendo.
Por exemplo, há cerca de 15 gramas de carboidrato em:
1 pequeno pedaço de fruta fresca (4 oz)
½ xícara de frutas enlatadas ou congeladas
1 fatia de pão (1 oz) ou 1 (6 polegadas) tortilla
½ xícara de farinha de aveia
⅓ xícara de macarrão ou de arroz
4-6 biscoitos
½ muffin Inglês ou pão de hamburger
½ xícara de feijão preto ou de produtos amiláceos
¼ de uma grande batata assada oz (3)
⅔ xícara iogurte desnatado ou adoçado com adoçantes
2 cookies pequenos
1 pedaço qudrado de 6cm de brownie ou bolo sem cobertura
½ xícara de sorvete
1 colher de sopa de xarope, compota, geléia, açúcar ou mel
2 colheres de sopa de xarope de milho
6 nuggets de frango
½ xícara de cozido
1 xícara de sopa
¼ de prato de batatas fritas

Proteína e gordura
Com a contagem de carboidratos, é fácil esquecer a proteína e a gordura nas refeições. Sempre inclua uma fonte de proteína e gordura para equilibrar a sua refeição.

Usando os rótulos
A contagem de carboidratos é mais fácil quando os rótulos dos alimentos estão disponíveis. Você pode olhar o quanto de carboidrato existe nos alimentos que quer comer e decidir quanta comida que você pode comer. As duas coisas mais importantes para a contagem de carboidratos são o tamanho da porção e a quantidade total de carboidratos nela contida.
Olhe o tamanho da porção. Toda a informação no rótulo é sobre esta porção de comida. Se você vai estar comendo uma porção maior, então você vai precisar de duplicar ou triplicar a informação no rótulo.
Olhe os gramas de carboidratos totais.
Total de carboidratos no rótulo inclui açúcar, amido e fibras.
Saiba a quantidade de carboidratos que você pode comer, e depois calcule o tamanho da parcela correspondente.
Se você está tentando perder peso, olhe também para as calorias. Comparar os produtos concorrentes pode ser útil para encontrar os mais baixos em calorias por porção.
Para diminuir o risco de doenças cardíacas e acidente vascular cerebral, olhe também a quantidade de gorduras saturadas e principalmente de gorduras trans. Procure produtos com a menor quantidade de gorduras saturadas e gorduras trans por porção.
Para as pessoas com pressão arterial alta, olhe para a quantidade de sódio. Procure alimentos com menos sódio.

Junto com seu médico, a nutricionista é a pessoa certa para te ajudar na melhor formatação de um cardápio.
No Centro de Diabetes Curitiba, Marina Munhoz da Rocha faz esse trabalho com muita dedicação e competência. http://marinamunhozdarocha.blogspot.com

Carbohydrate counting. You must learn this. Diabetes Education

Carbohydrate counting, or "carb counting," is a meal planning technique for managing your blood glucose levels. Foods that contain carbohydrate raise blood glucose. By keeping track of how many carbohydrates you eat and setting a limit for your maximum amount to eat, you can help to keep your blood glucose levels in your target range. Finding the right amount of carbohydrate depends on many things including how active you are and what, if any, medicines you take.

How Much Carb?
A place to start is at about 45-60 grams of carbohydrate at a meal. You may need more or less carbohydrate at meals depending on how you manage your diabetes. You and your health care team can figure out the right amount for you. Once you know how much carb to eat at a meal, choose your food and the portion size to match.

What Foods Have Carbohydrate?
Foods that contain carbohydrate are:

starchy foods like bread, cereal, rice, and crackers
fruit and juice
milk and yogurt
dried beans like pinto beans and soy products like veggie burgers
starchy vegetables like potatoes and corn
sweets and snack foods like sodas, juice drinks, cake, cookies, candy, and chips
Non-starchy vegetables have a little bit of carbohydrate but in general are very low.

How Much Carbohydrate is in These Foods?
Reading food labels is a great way to know how much carbohydrate is in a food. For foods that do not have a label, you have to estimate how much carbohydrate is in it. Keeping general serving sizes in mind will help you estimate how much carbohydrate you are eating.
For example there is about 15 grams of carbohydrate in:
1 small piece of fresh fruit (4 oz)
½ cup of canned or frozen fruit
1 slice of bread (1 oz) or 1 (6 inch) tortilla
½ cup of oatmeal
⅓ cup of pasta or rice
4-6 crackers
½ English muffin or hamburger bun
½ cup of black beans or starchy vegetable
¼ of a large baked potato (3 oz)
⅔ cup of plain fat-free yogurt or sweetened with sugar substitutes
2 small cookies
2 inch square brownie or cake without frosting
½ cup ice cream or sherbet
1 Tbsp syrup, jam, jelly, sugar or honey
2 Tbsp light syrup
6 chicken nuggets
½ cup of casserole
1 cup of soup
¼ serving of a medium french fry

Protein and Fat
With carbohydrate counting, it is easy to forget about the protein and fat in meals. Always include a source of protein and fat to balance out your meal.

Using Food Labels
Carbohydrate counting is easier when food labels are available. You can look at how much carbohydrate is in the foods you want to eat and decide how much of the food you can eat. The two most important lines with carbohydrate counting are the serving size and the total carbohydrate amount.
Look at the serving size. All the information on the label is about this serving of food. If you will be eating a larger serving, then you will need to double or triple the information on the label.
Look at the grams of total carbohydrate.
Total carbohydrate on the label includes sugar, starch, and fiber.
Know the amount of carb you can eat, figure out the portion size to match.
If you are trying to lose weight, look at the calories. Comparing products can be helpful to find those lower in calories per serving.
To cut risk of heart disease and stroke, look at saturated and trans fats. Look for products with the lowest amount of saturated and trans fats per serving.
For people with high blood pressure, look at the sodium. Look for foods with less sodium.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Diabetes aumentou desproporcionalmente acima dos 60 anos

Diabetes aumentou entre homens e mulheres e em todas as faixas etárias, mas a doença ainda afeta desproporcionalmente às pessoas idosas. Mais de 20 por cento das pessoas de 60 anos tem diabetes, a maioria deles diagnosticados com tipo 2, segundo o National Institutes of Health. Em comparação, esse número é de 2,6 por cento para a faixa etária dos 20 a 39, e 10,8 por cento para a dos 40 a 59.

Aqui estão alguns fatores complicadores
Idosos diabéticos podem ter consequências para a saúd que incluiem o envelhecimento acelerado e de aumento das taxas de morte prematura e de incapacidade, de acordo com a American Diabetes Association.
Eles também são mais propensos a ter hipertensão arterial, dislipidemia e doença cardiovascular, bem como o prejuízo cognitivo, depressão e incontinência urinária.
Diabetes tem sido associada com excesso de risco para quedas e fraturas.

Pacientes diagnosticados com diabetes com 60 anos ou mais, tiveram duas a três vezes mais probabilidade de ser incapaz de andar 400 metros, subir escadas e fazer trabalho doméstico do que os adultos em idade semelhante mas sem diabetes, segundo a pesquisa da National Health and Nutrition.

Os idosos podem ser particularmente mais vulneráveis à doença por causa das condições econômicas, que pode levá-los a perder consultas médicas, ou não ter acesso às mesmas, ou falta de exercício físico regular ou pela ausência de um grupo de apoio. Se as tendências atuais continuarem, a proporção de diabéticos que são mais de 65 anos deverá aumentar para 53 por cento em 2025 e para 58 por cento até 2050, segundo estimativas citadas pela American Diabetes Association.

domingo, 15 de novembro de 2009

RPC Tower in Curitiba. @mauroscharf CENTRO de DIABETES CURITIBA on Twitpic
Centro de Diabetes Curitiba, Hospital Nossa Senhora das Graças e Torre da Rede Paranaense de Comunicação, a RPC, ações do Dia Mundial do Diabetes em Curitiba, Paraná, Brazil
HOSPITAL NOSSA SENHORA DAS GRA�AS EM CURITIBA CENTRO DE DIAB... on Twitpic

domingo, 1 de novembro de 2009

Ação da Sociedade Brasileira de Diabetes


fonte da foto diamundialdodiabetes.org
COMUNICADO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES - 01/11/09

Em mais uma excelente ação da Sociedade Brasileira e com intúito de divulgar o Dia Mundial do Diabetes que acontecerá o próximo 14 de Novembro a Sociedade Brasileira de Diabetes em parceria com a Biruta Mídias Mirabolantes e o patrocínio de vários Laboratórios, desenvolveram uma impactante ação para conscientizar a população sobre os riscos e as formas de prevenção do Diabetes.
O Tático móvel, que consiste em uma dobló adesivada projetando imagens nos prédios da cidade em movimento e som. Serão exibidas duas animações com o objetivo de educar e prevenir a população sobre como evitar e reconhecer os sintomas da doença. O Tático circulará pelos principais pontos de São Paulo e Rio de Janeiro entre os dias 02 até 14 de Novembro. Fiquem atentos!.

Auto Monitorização Contínua da Glicose em Pacientes Diabéticos tipo 1


Fatores Preditivos de benefícios do uso do CGMS (sistema de monitorização contínua da glucose) em diabéticos tipo 1. Diabetes pg. 1947-1953 Juvenile Diabetes Research Foundation Continuous Glucose Monitoring Study Group Article

Estudo Publicado no Diabetes Care agora em novembro 2009 (Diabetes Care - Vol 32 November 2009) serviu para avaliar os fatores associados com o uso bem sucedido de monitoração contínua da glicose (CGM) entre os pacientes diabéticos tipo 1 tratados intensivamente na pesquisa da Fundação Diabetes juvenil, sendo um estudo randomizado. INVESTIGAÇÃO E MÉTODOS: Os 232 participantes distribuídos aleatoriamente para o grupo CGM (165 com base A1C> = 7,0% e 67 com A1C <7,0%) foram convidados a usar CGM em uma base diária. As associações de fatores de base e uso precoce com o uso CGM CGM> = 6 dias / semana, no mês 6 e com a mudança na A1C desde o início até 6 meses, foram avaliados em modelos de regressão. RESULTADOS: O CGMS mostrou-se efetivo em pacientes com mais de 25 anos e em pacientes com maior frequência de auto-monitorização. Após 6 meses, o uso diário CGM é mais freqüente em adultos tratados intensivamente com diabetes tipo 1 do que em crianças e adolescentes, embora em todas as faixas etárias o uso diário CGM está associado com uma redução similar da A1C. Freqüência de auto-monitorização de glicose no sangue e uso CGM inicial pode ajudar a prever a probabilidade de benefício a longo prazo CGM em pacientes tratados intensivamente com diabetes tipo 1 de todas as idades. (C) 2009 pela American Diabetes Association, Inc

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